Rosa Righetto

Amor Paixão e Sentimentos

*_*Os meus versos terão sempre calor e o sentimento chamado amor . *_*

Caríssimo Visitante, É um grande prazer receber você em meu site. Seja Sempre Bem Vindo! Neste site há poesias com puro sentimento. São partes de mim. Espero que goste...LIGUE O SOM

 

   Brasão Midu Gorini        Brasão Rosa Righetto

 

 EU AMO FALAR DO MEU AMOR

QUANDO SE RIMA DIZERES DE AMOR

SEJA POESIA VERSOS CANÇÃO OU CLAMOR

ENALTECE A ALMA DA GENTE ANIMA LEVITA

ENTERNECE O AMOR NA PALAVRA DITA

 

LIBERDADE EM PALAVRA QUE A POETIZA ENCANTA

DESSE AMOR SENTIDO QUE NA ALMA CANTA

NÃO HA QUEM EXPLIQUE ESSA SUAVIDADE CALMA

PAIXÃO SENTIDA QUE INEBRIA A ALMA

 

DEIXO FLUIR OS MEUS VERSOS FALO DO MEU AMOR

ULTRAPASSO LIMITES CONSUMO OS SENTIDOS

RESSURJO EM SONHOS DENTRO DE MIM ECOS E GEMIDOS

 

NAS MINHAS RIMAS ENALTEÇO O AMOR COM ESPLENDOR

MINHA VIDA TRANSBORDA DE FELICIDADE E EMOÇÃO

NESSE VERSEJAR DO AMOR PREENCHO O MEU CORAÇÃO

 

ROSA RIGHETTO

 

19/07/09

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ROSA REGINA- Acróstico
 
Régia, Rosa rainha das flores
Os olhos se deleitam sem temores
Símbolo de beleza de todas as cores
Amor e ternura canção e louvores
 
Regina régia, rainha
Eterna mulher menina
Graciosa estrela que ilumina
Isis dos versos e rimas
Na vida a tudo fascina
Amor ternura alma cristalina
 
ROSA REGINA
24//05/09

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MEUS RISCOS E RABISCOS
 
O tempo se perde no esquecimento,

longe das fronteiras da vida enternecedora
onde surgiu minha vontade de soletrar,
de conversar lentamente com o sol,
ser voz no deserto, asa alada no vento,
palavra na linha do horizonte e gravar
entre meus riscos e rabiscos o que me
assim vem da  alma e da mente.

Apenas palavras sinceras, aquelas que
não ditam regras nem rimas, personalizadas
ou não vinda da emoção sempre no sonhar
da noite onde flui minha inspiração.
 
Nas pautas das entrelinhas vão surgindo
meu versar, sem censura nem controle
navego no imponderável, ouço o mundo
ao redor do meu céu abro as portas da
emoção deixo falar alto o coração.
 
Reconstruo no tempo no agora ou no
momento, nos sinais dos dias que se
seguem, numa mansa quietude entre meus
riscos e rabiscos, sempre mergulho nas minhas
madrugadas solitárias, sedenta de minha alma
me reconstruo desconstruo refaço renasço nasço
tenho certeza da minha existência.

Vou rabiscando escrevendo com nexo ou sem
nexo  inserindo as falas do cotidiano,estilhaçando
a memória  do tempo, esbarrando nas arestas
da vida, entre sorriso  emudecido lágrima e alegria,
do meu amor para o meu  amor, meu poetar vai
surgindo rabiscado nas linhas do  destino para
ficar gravado na folha da eternidade e  na memória
onde tudo se faz história.
 
ROSA RIGHETTO

 

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Medo
 

Medo, das incertezas das noites vazias transtorno e agonia da revolta do mar dolente, do frio cortante do olhar ausente, dos maus pensamentos, desalento, da solidão nas noites frias dos sonhos banidos, da ausência da ternura anuente 


Medo que bloqueia estradas encurta os espaçosacorrentam a alma trava os passos  que cerca as trilhas enforca os laços calam as palavras que brota com o vento num cair de tarde que sufoca a liberdade tropeçando na felicidade.
 
Medo, dos passos silenciosos sem rumo certo e direção
que rompe muralhas explodindo no peito a dor que ronda o  silencio noturno no descompasse bate um coração, rasgando os sentidos na insensatez qual espinho de uma flor 


Medo, que adentra o ser nas entranhas do acaso, enroscando-se em rolo condutor, labirinto sem saída pânico calafrio da solidão num mundo de escuridão,das lágrimas que sela a boca das verdades desfalecidas amordaçadas e desvairadas.
 
Medo, das madrugadas solitárias, da perda do bem
sonhado da frieza e do vazio do viver sem sentido sem nexo e razão de jamais ter existido ter sido na vida apenas uma ilusão
 
Medo, dos sonhos amputados castrados das forças
esquartejadas. Da falta de coragem que enfraqueceo peito na tristeza contida. Do céu sem estrelas da falta   do brilho do riacho secando a flor murchando Cristais que se quebram   quando eram polido, da vida um nada deserto contido nos sonhos   perdidos. 


Medo, das incertezas do próprio medo que caminha ao lado. Da incompreensão, desilusão, da vastidão, decepção, medo ruim  do imperceptível mundo interior. Medo, de me perder em mim.

Rosa Righetto

 

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